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domingo, março 20, 2016

A História Que Me Coube

domingo, março 20, 2016 0 Comments
Hoje tive vontade de rever alguns textos meus aqui. Mas sabe aquela vontade de apenas se sentar, ficar tranquila na cama e passar os olhos na maior tranquilidade possível? Pois é, hoje foi o dia e confesso que fiquei um pouco mexida com tudo o que passei em minha vida e que não foi nada fácil, inclusive no ano passado quando 3 namoros apareceram para me ensinar de verdade o que era amor, afinal de contas ainda não sei com total certeza o que é isso de verdade.
O último que conheci, Lucas, me deu uma marca importante, mas sabe quando você sente falta só dos momentos legais, as maiores lembranças? Só senti isso, mas não voltaria. Não voltaria porque sinceramente se acabou é porque não era mais para ser e não gostaria de retomar uma parte de minha vida que ao mesmo tempo foi extremamente caótica e cheia de marcas a ferro. Eu sei que se ele ler isso, ou se acompanhar como antes acompanhava, provavelmente vai ficar chateada ao ler isso, mas eu gostaria de dizer que não o odeio.
Pra falar a verdade eu gosto muito dele, e tenho uma carisma e respeito imenso, inclusive pelo meu aniversário quando fez questão de me mandar uma mensagem imensa e citar que eu tinha "carta branca" para fazer coisas novas e que eu queria. E fiz mesmo, fiz muitas coisas novas para um começo de um ano bastante engraçado e com direito a novas amizades e novos "rolos" e até mesmo transas sensacionais que se eu cito aqui é uma coisa completamente normal, até porque todo mundo faz isso também e não é o fim do mundo.
Eu gostei de ter passado as histórias que passei, durante este tempo, na verdade não tenho arrependimento sobre nada que aconteceu comigo e também não rogo praga em quem passou em minha vida e me disse um dia "eu fico feliz que eu tenha sido uma parte importante em sua vida, mesmo que ao mesmo tempo eu tenha feito muito mal a você". As pessoas, mesmo fazendo mal, ensinam muito mais do que as pessoas que fazem bem. Estranho, não é? Parece que precisamos passar muitas vezes pelo pior para entender o que é vontade de continuar vivendo coisas novas com intensidade plena.
Eu acabei conhecendo muitas coisas com todos eles, conheci um lado com um Lucas que eu não conheceria em nem um milhão de anos, e apesar de saber que não gostava do lado grudento porque sou fresca e meio cheia das paranoias, ainda assim ele me ensinou de verdade o que é amar com intensidade e querer estar ali perto de alguém todos os dias. Eu sei também que eu devo ter feito mal a ele desde nosso término e peço até desculpas por isso, mas assim como é meu direito viver e é o seu também, um dia você me supera, como já te superei e te desejo plenitude na vida.
Eu acabei conhecendo outra pessoa, que eu até citaria o nome mas ainda assim não valeria muito à pena, até porque ainda não estou preparada para deixar ele tão exposto assim. Mas aprendi que com ele não adianta criar expectativas com coisas que são muitas vezes tão avulsas e tão sem sentido ainda. Criar aquela vontade de estar com alguém e acabar se decepcionando porque a pessoa não é exatamente como esperava. Ou esperar que aconteça algo naquilo e no final, desgastar a ponto de atualmente a pessoa não te olhar mais na cara e achar que é melhor ficar afastado um do outro. Mas não me arrependo de nada que eu fiz, assim como ele também não se arrepende, afinal de contas a filha da decepção é a expectativa e definitivamente eu me decepcionei no momento em que as máscaras caíram, mas ainda assim eu continuei vivendo e assim como aprendi e superei tantos, você eu também superarei, caso leia este texto.
Afinal de contas a culpa não é do ser humano cair de cabeça ou querer se afastar. A vida não coloca certas pessoas para te marcarem a toa, existem motivos e eu gosto de acreditar que quem entrou e quem saiu consegui mostrar exatamente aquilo que eu precisava para poder ser melhor. É uma troca, um impacta o outro. Assim como eu ensinei, também fui ensinada. Eu aprendi a conhecer melhor o lado das pessoas e levar tudo com mais leveza e olha o presente que estou tendo?! Prefiro mil vezes essa vida cheia de loucuras e conversas com risadas, do que um estresse ambulante e descabido em uma vida que pode ser sem sentido. Eu aprendi de verdade o que é que deveria ter acontecido em minha vida.
A verdade é que eu torço para todos que entraram, saíram, me xingaram, me amaram ou me amam ainda, porque sinceramente não existe coisa mais deliciosa do que perceber que quem a gente menos espera torce por nossa felicidade. E como eu disse: Sem expectativas, viver um dia de cada vez e olha que já vivi tantos dias intensos, mas foram extremamente maravilhosos para me tornar exatamente quem sou hoje. Obrigada por terem me ensinado, mas obrigada principalmente a você que não citei o nome. Nesse espaço chamado coração, você sempre terá um pedaço.

sexta-feira, março 18, 2016

Felicidade (In)Cabível

sexta-feira, março 18, 2016 0 Comments
Hoje eu acordei com o pé direito. Escutando músicas fofas e simpáticas a ponto de simplesmente me sentir bem, livre, leve e solta comigo mesma. Eu não sei qual é o motivo, para falar a verdade até gostaria de entender o que é que esta se passando em minha cabeça, mas caramba, acho que acordei apenas feliz.
A felicidade tem dia que nos pega pelo pé e diz: "Hoje você vai acordar feliz e vai ter um ótimo dia!" e sinceramente, até agora estou tendo algo bom. Sem estresse algum, sem dores de cabeça, sem motivos para tristeza alguma e definitivamente não é porque hoje é sexta-feira, sendo que amanhã cedo estou de pé trabalhando logo às 10 horas. Não deve ser isso. Mas deve ser porque estou feliz mesmo.
Eu fiquei um tempo longe de tudo aquilo que estava me preocupando mês passado e inclusive deixei de lado muitas tristezas minhas. Fiquei pensando em tanta coisa e fiz tanta besteira, enfim, dentro desse curto prazo, que hoje tive vontade de somente vir pra cá e escrever e explicar o motivo de uma felicidade ao qual não me cabe no peito e nem sei qual é o real motivo.
Mas a verdade é que para ser feliz não precisa se ter um bom dia ou algo sossegado, basta apenas ter consciência de que a vida é cheia de rotas e momentos maravilhosos e quando isso aparece, meu bem, vista seu melhor sorriso e caminhe por este período gratificante. Eu preferi milhões de vezes pedir desculpas ao meu passado e me acertar com todo mundo. Fazer declarações. Brigar. E no final conseguir exatamente aquilo que eu queria: Aprender.
Hoje é uma sexta-feira e eu ainda não sei o motivo de minha felicidade, mas se alguém me explica-se provavelmente não teria graça. O que mais me deixa feliz é estar perto daquilo que chamamos de momento criativo e de grandes aspectos sorridentes. Aliás, eu escrevi tanto sobre felicidade, mas na verdade eu gostaria de deixar bem claro que aquilo que escrevo aqui hoje, não é porque é somente um momento meu, mas também pode ser um momento seu.
Eu sou uma das pessoas que mais espera em momentos de loucura neste mundo gigantesco, um pouco de amor e de felicidade. Na verdade o que mais espero é apenas um sossego, é apenas a vontade de viver melhor e continuar sorrindo como hoje. Ainda não descobri qual é o segredo para ser feliz todos os dias e sem estresse algum, mas juro que quando eu souber eu também dou um jeito de escrever, afinal de contas, todo mundo tem direito de ser feliz sem ter motivo e apenas viver com plenitude e bastante equilíbrio.
Eu odeio ter que dizer isso, mas uma pessoa que não faz muito tempo que foi a pior coisa que apareceu na minha vida durante este carnaval, mas também foi a melhor em outros aspectos, me ensinou que na vida não existem motivos para acordarmos tristes ou felizes. A gente só vive o momento, sem esperar muita coisa e foi aí que aprendi que a filosofia da vida que me faltava veio do último cara que atualmente não anda merecendo muito, mas ainda assim entrou e saio para ensinar que eu posso viver a vida sem esperar tanto assim. Surpreender-se é bem melhor do que criar uma expectativa do que vai acontecer ou do porquê de grande felicidade ou tanta tristeza. Mas para mim, hoje, eu só quero que o dia termine bem. Dito isso, posso continuar meu dia.

quarta-feira, fevereiro 24, 2016

Crie Expectativa, Sim!

quarta-feira, fevereiro 24, 2016 0 Comments
Sabem aquela frase clichê do "quem arrisca não petisca?" então, eu até deveria levar em consideração ao fato de que a vida consegue nos demonstrar isso em diversos aspectos. Eu tive o prazer (ou desprazer, não sei dizer) de escrever sobre alguém e no final das quantas obter uma resposta que não era tão inesperada assim, até porque era algo tão óbvio que não existia motivo para criar expectativas. E olha que ele estava certo, "não crie expectativas".
Mas outra pessoa também me disse hoje no meio de uma conversa: "Ah, eu acho que a pessoa tem que se envolver sim, e se nada der certo, sentir da mesma forma e depois seguir em frente", quem dera tudo o que a gente falasse fosse tão fácil e pudesse acontecer na vida real. A questão é que uma pessoa não tem direito de te falar se podes ou não criar uma expectativa, esta não é a vida dela, é a sua. Ela não pode dizer que odeia que criem expectativas em relação a ela, porque isto não é uma escolha dela, é de quem sente.
Que melhor maneira de não seguir a vida do que escrever um texto em plena madrugada e não esperar nada mais e nada menos do que um peito vazio e feliz e sem expectativa alguma? Escrever é o que define meu pensamento de hoje. Quantas pessoas nesse mundo inteiro não criaram expectativas em relação a conseguir aquele emprego e se decepcionar? E quanto aquela pessoa que parecia estar tão afim de você, mas na verdade ela não esta tão assim? Quantas vezes a gente vai criar expectativas porque isso é sim uma coisa natural e do ser humano? Quantas? E ainda assim é um sentimento natural e muitas vezes doloroso.
É um direito nós sentirmos sim. É um direito errar e é um direito maior ainda dizer que sabíamos que se criássemos expectativas, nós iríamos quebrar a cara e a gente quebra mesmo, mas é muito melhor quando nós mesmos assumimos isso. Quando eu tinha meus 15 anos de idade, eu costumava a acreditar que todas as minhas amigas e eu estávamos certas sobre s decepções amorosas das nossas vidas. Que eles eram culpados mesmos, que as frases que eles diziam nos iludiam, mas na verdade nós éramos tão sinceramente tolas que mal sabíamos o quanto criamos expectativas em pessoas que não passam de falsas ilusões perante nossos olhos.
Hoje com 23 anos, assumo que em uma semana eu descobri que criei expectativas em relação a alguém que na verdade não mereceu nem metade do compasso dessa dança em que a vida me proporcionou tão belos momentos com tantos capítulos. Infelizmente eu não posso me desfazer do que já foi construído e escrito a tinta preta em um papel branco em que eu gasto todos os dias um novo capítulo, mas eu posso dizer que de todas as expectativas que criei, todas eu assumi meus contrastes e resultados.
Ainda que pareça piada eu escrever isso, não é porque sinto falta da pessoa, pra falar a verdade não deu nem um mês e sinceramente o que sinto é um espaço vazio e sem nexo, ao qual na verdade nunca daria para saber se este preencheria ou não, mas ainda assim fiz questão de entrar de cabeça, criar minhas expectativas e infelizmente ser feliz por pouco tempo. As escolhas foram minhas, definitivamente, e a culpa não é de quem causou ou tanto mesmo avisou, mas ainda assim eu deixo claro que o culpado em dizer: "Não crie expectativas", foi você que achou que me "protegeria", que achou que estava correto o tempo todo e que sabia como poderia agir com ou para alguém.
Criar expectativas pode ser sim a filha da decepção, mas acima de tudo isso me lembra uma coisa: "Por que a gente insiste em colocar expectativas em pessoas? A pessoa que era especial ontem, pode não ser hoje. A gente sabe. Mesmo assim a expectativa nasce. E a decepção acompanha. No fim o sentimento é um só: Que idiota!" assim disse Stéphanas Padilha.
E realmente a razão e uma pequena sentença deixa claro, quem cria expectativas sofre e muito... Mas supera. Supera ontem, hoje, amanhã porque esta é a vida dela e ela sabe resolver sozinha. Somos todos frutos de nossas vitórias e fracassos. Se alguém um dia te disser pra não criar expectativas em relação a algo, bem, eu pensaria na possibilidade de arriscar e entrar de cabeça, afinal, "quem não arrisca não petisca" e quem sabe o que pode ter no fim do túnel? Todas as respostas serão encontradas de forma adequada, se você souber o que faz com a própria vida, não porque alguém esta lhe dizendo pra fazer, mas só por você mesmo.

segunda-feira, fevereiro 15, 2016

Direção Oposta

segunda-feira, fevereiro 15, 2016 0 Comments
O maior problema das pessoas é o medo de se entregar com a perspectiva de levar aquele fora ou até mesmo de achar que vai se ferrar antes mesmo de abrir a boca para o felizardo/felizarda. A verdade é que eu entendo perfeitamente como é isso e definitivamente eu tenho tantas experiências com esse tipo de assunto que fica claro o quanto eu mesma já me ferrei na vida e o quanto eu pretendo ficar o mais longe possível, mesmo que drasticamente eu tente evitar que eu tombe mais uma vez por alguém que nem sei ao menos se tem a mesma postura para/com minha pessoa.
A verdade é que somos seres humanos e é inevitável essa coisa de você gostar de alguém de uma hora para outra. É inevitável você chegar e dizer: "Eu não irei fazer isso porque não quero e porque eu tentarei evitar e quero tocar minha vida". É muito mais complicado quando você decide que não tem mais para onde correr ao não ser sentar e esperar o próximo passo a ser dado.
A pior sensação não é a de gostar de alguém logo de cara, sendo em dois dias conhecendo ou quase um ano. A questão é ficar sem saber como lidar com os próprios sentimentos... E como é confuso ter que observar as coisas indo mais devagar que uma tartaruga e imaginar que a qualquer momento pode aparecer alguém melhor e tomar o seu lugar, sabe? É muito difícil de olhar e ver que se nada der certo, aquela pessoa estará lá, no meio da roda de amigos, ou naquele bar que você adora frequentar.
O que mais pode machucar diante de algo tão instável é exatamente o fato de um dia ele se cansar de você e ir tocando a vida como se nada tivesse acontecido. Tudo o que vocês passaram vai virar passado, vai virar pó e com toda certeza não será uma das melhores lembranças dele e não importa o quanto você tente não chorar ou imaginar ele com outras, ainda assim será motivo para você melhorar e varrer a bagunça que ele fez em sua vida, ou ela.
É doloroso um dia você abrir a boca e falar tudo o que sente e ver que a pessoa te deixará em um certo suspense e que no final você irá sofrer pela antecipação e ficará sem entender o que irá vir de uma pessoa que pode ser uma caixa de surpresas e de forma clara parece que o próprio feitiço vira contra o feiticeiro e parece que dessa vez você é quem esta sofrendo pelas consequências de um dia ter sido dessas que segurava até decidir o que fazer da sua vida.
Como é péssimo gostar de alguém que pode ainda te dar uma resposta ou já te deu uma ao qual deixa claro que você deve se afastar dele/dela. Como será doloroso dormir, animar e não perder a vontade de fazer algumas coisas. No começo é sempre aquela droga, mas pior do que isso mesmo é a pessoa nunca ter capacidade de se interessar pelo o que realmente é e te tratar no final de tudo como uma crianças ou até mesmo como uma pessoa que nunca foi parte da vida dele/dela.
Os capítulos vão passando e você vai tentando se esquecer, mas eu nem sei como será tudo e eu nem sei como fica o final dessa história, mas eu posso garantir que na maioria das vezes nada é um conto de fadas e parece que tudo deixa mais machucado. Eu sei bem como é doloroso e sei como é passar por isso. São coisas que eu senti por algum tempo e hoje passo de novo. Como a vida é filha da puta, mas mesmo assim a gente tenta ao máximo não ficar perdendo tanto tempo e sofremos de uma vez, sem muitas vezes ter vontade de chorar.
Cadê aquela paz que eu tinha quando eu não me preocupava com alguém legal? Cadê aquele período em que eu não me humilhava por ninguém? Cadê aquela vontade de somente ligar um botãozinho e desligar tudo? Cadê? Não achei e nem sei como volta e tudo começou quando eu tinha 14 anos, mas ele não tem culpa dos outros aos quais conheci. Como é doloroso, mas ao mesmo tempo a gente espera que possamos obter um final feliz, nem que não seja mais.

domingo, fevereiro 14, 2016

Entre Quatro Paredes

domingo, fevereiro 14, 2016 0 Comments
Eu poderia estar dormindo tranquilamente, mas eu simplesmente decidi levantar e escrever um pouco sobre uma coisa que vem me incomodando faz alguns dias, principalmente quando se trata de algo mais casual. Sinceramente eu nem posso dizer se é tão casual assim. mas talvez pelas diversas fases que já passei na vida, essa foi a sequência mais longa de transas que tive na vida. Mas vamos lá, não sou somente eu que tive esse pensamento, foram mais algumas amigas e algumas comidas no colo e muita risada. Afinal de contas, o que é esse diabos de sexo que tanto falamos quando não estamos namorando alguém de verdade?
Eu poderia dizer que esse tal de sexo é um conjunto de troca de salivas, muitos gritos e muitos gemidos, mas eu não sou obrigada a ficar lembrando pra cada um que lê isso aqui, como realmente funciona. Afinal pessoa que faz uma ou mais vezes, já sabe as consequências de se tornar homem ou mulher em certas atitudes biológicas (biológicas?). Enfim, pra mim sexo era pra ser uma coisa mais com alma, mais com pegada, mais com amor, mais com química e atualmente eu já levei tanto susto com isso que eu preferi pensar por mim mesma que não transaria mais por amor, afinal de contas, esta todo mundo tão desapegado dessa vida que acabam meio que esquecendo do que de fato o sexo é capaz de nos proporcionar.
Mas e quando a gente acha alguém que você acha que é certo no sexo mas tem tanto medo de dar bosta no final porque você se apega completamente ao cara? Aí minha filha, abraça a causa e vai chorando pelo caminho. Brincadeira. Na verdade são situações como estas que me fazem ver exatamente o que é que a vida proporciona e quem ela coloca no caminho. Parece até que eu estava fumando maconha, mas no final eu não fumo e só filosofo mesmo. Enfim, quem sou eu pra falar que não se pode ficar caída por um cara ou uma mulher logo depois de um sexo? Não sou nada além de uma pessoa que passou pela mesma situação.
Caso é que o sexo pode ser bom, assim como para minhas outras amigas que também passaram pelo mesmo, também disseram que foi ótimo, mas não são todos os dias que você chega para alguém e diz que esta "caidinha" por ele/ela. Passei por isso e é a coisa mais horripilante do mundo. Ficar na sensação de que a pessoa não vai com tua cara, ficar com a sensação de que o cara só queria te comer. É a pior coisa, mas aqui vai um conselho, aliás dois: O cara querer só transar com você definitivamente não é um problema, porque isso te faz uma pessoa atraente, linda, e ponto final. Valorize-se.
Por último, se você sentiu a mesma sensação que eu, não vá por impulso, porque eu fui e poderia sim ter caído do cavalo, mas ao invés disso fui recebida com beijos e abraços (vai entender, o cara é mais doidinho que eu.).
O caso é que a postagem é sim sobre sexo, é sim sobre pessoas que entram em nossas vidas e do nada fazem um alvoroço, e é claro que também é um pouco a ver com aquilo que já estamos acostumados, dar de cara com algo chamado atração. Aquela atração de deixar você feliz. A questão é que estamos tão preocupados em levar em consideração o que os outros pensam, ou exatamente o que devemos fazer em relação ou sobre, que esquecemos de nos valorizar em certos pontos. Por algum tempo eu fiquei na cabeça, mas como eu já estava um pouco farta de ficar sentada e imaginando como é o final de cada ato, então pensei melhor e decidi por conta própria escrever que sexo não é o fim do mundo, fim do mundo mesmo é não discutir sobre o assunto da melhor maneira possível.

domingo, janeiro 24, 2016

Banda Eufohria: Sombras da Noite

domingo, janeiro 24, 2016 0 Comments
Já faz um tempo que não faço uma boa postagem referente ao entretenimento. Por isso decidi de uma forma breve e sucinta divulgar o novo clipe da banda Eufohria. Já divulguei a banda dos rapazes antes e estou fazendo de novo, inclusive o guitarrista é uma das pessoas mais próximas do meu círculo de amigos e um verdadeiro carismático.
A minha primeira conversa com o Bruno Santa Rita foi exatamente no dia 18/06 do ano passado, isso torna nossa amizade de pé há exatos 7 meses. Quando eu vi que ele havia postado na página do blog mais uma vez que estavam com um novo clipe, eu vim correndo dar uma boa divulgada e explicar que definitivamente vale muito a pena escutar e assistir.
Nós geralmente temos costume de apenas assistir ao clipe e esperar ou criar uma expectativa grandiosa quanto ao que estávamos imaginando, bem, hoje eu peço que façam o oposto. Ouvir primeiro, depois vocês pegam e assistam ao clipe com todo o cuidado possível. Os meninos trabalham muito bem e sempre que eu posso estou caminhando e conhecendo um pouco mais sobre a banda deles.
A música Sombras da Noite esta bastante gostosa de ouvir. A letra é um pouquinho pesada, mas somente para quem se pré-dispõe a sentir exatamente o que eles tentam passar. A mensagem dela. Para quem gosta de um som voltado mais para o lado acústico, bem, então vocês estão no caminho certo, esta é a perfeição em apenas poucas cordas.
Eu não darei spoilers sobre, acho que cada um tem que ouvir, sentir e depois assistir para ter certeza se é bom ou não. Claramente que sou suspeita, já que o Bruno é uma das pessoas mais queridas que conheço, então eu faço questão de dizer que, particularmente, eu amei a música, ela está ótima. Eu nem precisaria ter assistido tudo porque confio cegamente no trabalho dos rapazes. Mas se vocês estão interessados a ouvir coisa nova, então corre e clica neste link aqui, aperte o play e apreciem quantas vezes for necessária.
A postagem pode até ter sido curta, durante este tempo que não estivemos presentes no blog, mas hoje fiz questão de fazer isso e deixar uma marca para os rapazes e para a galera toda de BSB, aqui de Ribeirão também e de tantos outros lugares que acompanham a página. Aproveitem o final de semana e procurem saber mais sobre a banda, os rapazes são ótimos. Fica a dica.

sábado, janeiro 09, 2016

Era Digital/Relacionamentos

sábado, janeiro 09, 2016 0 Comments
Estava em meu Facebook em plena madrugada, sem absolutamente nada para fazer, quando surge uma notícia sobre mais um novo aplicativo de relacionamentos. Definitivamente eu estou muito desatualizada, porque na minha cabeça o único aplicativo existente era o Tinder, e olhe lá. Acabo de ler que o mais novo queridinho e que esta deixando alguns brasileiros bastante interessados em achar seu par ideal, é o ONCE. Eu não darei muitos detalhes sobre a função dele, até porque não instalei e sou lerda para entender um pouco dessas coisas (às vezes acho que herdei um pouco da cabeça antiga de meus pais), mas o que posso adiantar é que este queridinho faz a maravilha (pelo menos é como eles dizem sobre tal), de ter um cupido (que na verdade vem da equipe que trabalha com este aplicativo), que irá escolher seu par ideal, mas o interessante é que ele simplesmente não escolhe vários de uma vez a você, pelo contrário, é apenas um por dia e você tem a opção de conversar ou esperar o próximo dia e esperar o que virá em seguida. Se dentro de 24 horas não houver comunicação alguma, o rapaz é excluído de sua lista.
No começo eu comecei a pensar: "Eu não sei se escrevo sobre o aplicativo ou se escrevo exatamente o que sinto sobre", então eu decidi escrever exatamente o que estou pensando sobre. Eu não tenho nada contra aplicativos, pelo o contrário, eu utilizei o Tinder sim e não irei de forma alguma negar isso e conheci muitos caras legais e que faziam meu tipo, mas depois não. Foi lá que por um erro do acaso que conheci um cara que era "super fofo"(aspas, porque na verdade ele ão era fofo coisa nenhuma), me colocou em uma conversa de Skype com mais dois amigos dele e eu conheci o meu ex namorado do ano passado. Não tenho nada contra o aplicativo. A era digital tenta nos ajudar da melhor forma possível, eu até entendo, mas às vezes o que penso é que esquecemos de trombar com aquela pessoa na rua, ou de conhecer alguém no bar, ou até mesmo de derrubar água em cima do cara no meio da academia porque você é desastrada mesmo, ou conhecer no exame que você tem, seja da faculdade, ou de carta, ou o que seja, mas as pessoas perderam um pouco a noção do que é realmente achar o par ideal e muitas vezes o cara não deve ser exatamente como você.
Eu não achei o cara certo ainda e acho que vai demorar um pouco. Eu posso sim recorrer a aplicativos ou apenas tocar a vida, mas eu aprendi uma coisa, pra tudo tem que ter uma certa leveza e paciência e ver o que a vida pode trazer para todos nós. A última pessoa com quem namorei me adicionou sem me conhecer, no Facebook. Eu aceitei por instinto, por ter gostado, por ter me feito rir, sorrir e permitir com que eu me sentisse bem em uma viagem minha no Rio de Janeiro, sabendo que logo em seguida eu ainda teria um encontro com ele. Foi sim um dos melhores encontros que tive, com direito a conversar em uma roda gigante, comer pizza no terraço do prédio dele e me apaixonar. Isso é delicadeza e sabor a vida.
Novamente, eu não tenho absolutamente nenhum problema com os aplicativos, a tecnologia serve para tudo, essa era digital é muito louca, mas ainda assim sinto falta de ver as pessoas terem um pouco de paciência e passarem exatamente por tudo o que passei, ou nossos pais passaram, ou nossos avós passaram, mesmo que não tenhamos finais completamente felizes, mas que possa nos dar aquela vontade de simplesmente voltar a acreditar que o par ideal não é um cara escolhido por 42 pessoas que trabalham em um aplicativo, ou Adotar um cara de acordo com o perfil que você quer, sendo que simplesmente os diferentes atraem tanto que você aprende com uma intensidade sem igual, e simplesmente dar uma de Happn pra cruzar com um cara ou o que quer que seja na rua para dizer que é gato/gata, não ajuda com tanta eficácia. Apesar de já ter usado um aplicativo assim, sinto falta daquela velha essência, aquela velha vontade de cruzar caminhos e sorrir por acaso e ser convidada para ir numa roda gigante, ou ir ao parque, ou comer pizza no terraço, ou conhecer pelo Skype, ou dentro de uma secretaria. As pessoas esqueceram de ter paciência, mas ainda tenho esperança no bom e velho encontro do destino.